NA REVISTA
Não escrevo porque sinto, sinto porque escrevo. Sem este refúgio, seria tão humano como uma pedra, que de humano nada tem. Assim me completo e alcanço o inalcançável. Espero continuar a escrever, porque assim sei que humano serei. Da minha escrita só espero uma coisa: a humanidade, que de resto me falta.
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(sem título)
Não escrevo porque sinto, sinto porque escrevo. Sem este refúgio, seria tão humano como uma pedra, que de humano nada tem. Assim me completo e alcanço o inalcançável. Espero continuar a escrever, porque assim sei que humano serei. Da minha escrita só espero uma coisa: a humanidade, que de resto me falta..
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Texto de Filipe Duarte, produzido no âmbito do Projecto Individual de Leitura.












