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A mostrar mensagens de julho, 2009
NA REVISTA

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Que nome chamar
ao teu nome,
pluma incendiada de gestos
adivinhados?
Que nome têm
essas aves etéreas
que levantaram
do teu sorriso líquido,
na manhã entardecida
de um fim de Junho?
Que nome há
neste querer-te aqui,
a beirar a minha pele?
Perdoa-me a covardia,
mas vou chamar-lhe terror.
Ler mais →
da paixão

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Que nome chamar
ao teu nome,
pluma incendiada de gestos
adivinhados?
Que nome têm
essas aves etéreas
que levantaram
do teu sorriso líquido,
na manhã entardecida
de um fim de Junho?
Que nome há
neste querer-te aqui,
a beirar a minha pele?
Perdoa-me a covardia,
mas vou chamar-lhe terror.
NA REVISTA

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Para a minha querida Filipa Mello, um ano após.
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tu e o tempo da tua falta

Haverá sempre o eco do teu olhar e a gravidade amena do som da tua solidão, lado a lado nos meus passos, que já não acompanhas.
O tempo desfaz a ténue silhueta que resta de ti na minha memória e já não sei de cor a tua voz, esqueci a tua gargalhada e perco-te aos poucos, por não aceitar que já te perdi... sobras lembrança branca e difusa... só no peito permaneces. Intacto vazio, dolorosa saudade, amiga de olhar azul, mãe de todas as dores.
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Para a minha querida Filipa Mello, um ano após.
