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sob o céu cálido de outono,
inunda-se da brancura das marés
para a santificação da mudez.
voltará, serenamente, aos dias
para deles se apartar
e fazer-se ao caminho
da imortalidade.
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Comentários

  1. Tens tanta razão cara Ana: a brancura das marés tudo santifica.
    Até a mudez.

    Um abraço amigo

    PS: estou fascinado com o outro espaço (confesso que até aproveitei para fazer revisões de literatura portuguesa)

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  2. um dos teus mais belos poemas, associado a uma imagem não menos bela.e gosto, sempre gostei, da estética dos teus blogs.

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  3. Olá ana prado,
    Gostei do poema, sim. E, como a aquilária, também me rendo á estéctica superior dos espaços.
    Há muito tempo que não, mas agora, sim, serão
    beijos...
    :)

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  4. É suave navegar aqui. Gosto deste blog. Até breve.

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