De imediato, D. faz-me um convite ansioso: "Ai, partilha-o comigo!". Velha loba solitária, não tinha colocado a hipótese de dividir uma casa fosse com quem fosse. No entanto, sendo na cobertura do prédio, não implicando, por isso grandes esforços dorsais, lá anuí, deixando, bem claro, no entanto, que não prescindia de uns cortinados e quiçá de uns napperons, assim à francesa, que eu sou chic!
Enquanto isso, o colega L. também manifesta a sua disponibilidade para partilhar a casa comigo, alertando-me, no entanto, que a sua fica praticamente na cave, o que implica um andar de "rabo p'ró ar, que talvez não fique bem a uma senhora de boas famílias, como é o meu caso.
Optei pela primeira oferta, com as condições mencionadas, que foram aceites de imediato, um privilégio para a D, ela sabe, e sou, a partir de hoje a feliz co-proprietária do melhor cacifo da sala de professores da minha escola.
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