(sem título)

Lembras-te, pequena, de quando eras ainda mais pequena e a tua mãozinha agarrava o meu menor dedo como gesto de dar a mão?
Eras mais doce do que os doces que te comprava e os teus caracóis dourados brilhavam mais que o sol.
Eras o meu anjinho e ainda hoje és o meu bebé.
Será que algum dia irás crescer para mim?
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Texto de Nayara Reiter

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